Um olho no padre e outro na missa

Os resultados do meio de semana ressuscitaram o Figueira no 1º turno do campeonato catarinense. Em determinado momento, o Furacão Alvinegro esteve eliminado da disputa pela primeira vaga na decisão do estadual. A virada da Chapecoense na Ressacada, no entanto, aliada à vitória do Guarani, no Scarpelli e à vitória do Figueirense em Itajaí, recolocaram a equipe mais vezes campeão na disputa.

O Figueira depende de um tropeço do Avaí em Criciúma, além de sua própria vitória neste domingo no estádio Orlando Scarpelli, mas para quem foi considerado clinicamente morto, é um progresso e tanto entrar em campo com a possibilidade real de ganhar o turno.

O time tem desfalques importantes, sendo o principal deles a ausência de Rodrigo Fabri, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Já que o técnico Alexandre Gallo não anuncia a escalação antecipadamente, dou meu modesto de pitaco de torcedor. Considero que a vaga de Fabri deva ser preenchida por César Prates, já que Fernandes está contundido. Prates jogou como quarto homem de meio-campo na Europa e no próprio Figueirense, em sua passagem anterior pelo clube. Tem velocidade, boa visão de jogo, bom passe e boa conclusão em gol, além de ter a experiência que o momento exige.

Para a vaga do zagueiro Asprilla, a melhor alternativa e formar a zaga com Bruno Perone e Felipe Santana. Para o lugar de Carlinhos, escalaria Luiz Henrique, autor do terceiro gol em Itajaí. O garoto está motivado e tem mostrado algumas boas qualidades. E convenhamos: a ausência de Carlinhos já é um reforço em si.

Então que o domingo seja de muita festa, com casa cheia, mais uma taça no armário e o bônus de se ver a dupla de felinos morrer abraçada no Sul do estado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *