O que é torcer? Quem é torcedor? De quem é o clube?

Quando comecei a escrever este blog, há mais de três anos e meio, tinha opiniões diferentes das que tenho agora sobre vários coisas que acontecem no futebol e no Figueirense. Antes, era uma posição mais fechada, em muitos aspectos, e de alguém que acompanhava os acontecimentos das arquibancadas.

Passado esse tempo, algumas opiniões mudaram por conta do diálogo constante com outros torcedores através do blog, do Meu Figueira e do twitter e outras mudaram pelo conhecimento de fatos aos quais antes não tinha acesso. Continue lendo “O que é torcer? Quem é torcedor? De quem é o clube?”

Aqui é Barcelona! Ops, não é? O Figueira pode mais ou não?

O Figueirense conseguiu uma grande e importante vitória na Vila Belmiro neste sábado, fundamental para garantir uma boa sequência de campeonato e para não correr o risco de se complicar nas próximas rodadas.

O time, mesmo muito desfalcado, repetiu o desempenho e o jeito de jogar de outras partidas fora de casa, fechado, tentando explorar a velocidade dos atacantes no contra-ataque. Tem funcionado, tanto que o time não perde há cinco rodadas como visitante. Continue lendo “Aqui é Barcelona! Ops, não é? O Figueira pode mais ou não?”

O que conseguir em Santos é lucro

O Figueirense vai a Santos com vários desfalques importantes e dessa vez sim um empate ficará de bom tamanho. Até pelo histórico dos confrontos entre as duas equipes desde 2002. No Scarpelli, o Figueira vence todas, em São Paulo só dá Santos. Quebrar esse tabu seria ótimo e pelos prroblemas da equipe também seria uma saborosa surpresa. Continue lendo “O que conseguir em Santos é lucro”

Insatisfação, empate e fogo amigo

O Figueirense tem oito vitórias no campeonato. Quatro foram conseguidas nos oito primeiros jogos da competição. As outras quatro aconteceram nas 17 rodadas seguintes. O aproveitamento que era de 54,16% nas oito partidas iniciais, caiu para 39,21% na sequência. Além disso, são cinco rodadas sem vencer e uma vitória nas últimas 10 apresentações no Scarpelli. Continue lendo “Insatisfação, empate e fogo amigo”

A culpa só pode ser minha

Como cantava Gonzaguinha, ?confesso: matei a Dana de Teffé? (?E muitos mais se ?ocê? quiser/ Eu sou qualquer José Mané/ Dos Santos, da Silva/Da vida? – A marcha do povo doido). A bronca da torcida ao final do jogo contra Jorginho só pode ser culpa minha e de outros blogueiros, como disse o técnico enquanto caminhava para o vestiário. Continue lendo “A culpa só pode ser minha”

Hora de voltar a vencer no Scarpelli

A última partida entre Figueirense e Internacional pela série A foi uma vitória alvinegra por 3 a 1, mas que deixou um gosto amargo porque naquela última rodada do campeonato de 2008 que o Furacão caiu para a segunda divisão. Depois do jogo, um site de Porto Alegre, ao fazer a resenha da peleja, comentou: ?Ao menos em 2009, os gaúchos não sofrerão com a ?touca do Estreito??. Continue lendo “Hora de voltar a vencer no Scarpelli”

As verdades imutáveis

Costumam dizer no futebol que cada jogo é um jogo, uma história. Para o Figueirense de hoje isso não se aplica. Na mentalidade do técnico Jorginho ? que deve ser a mesma da diretoria que o mantém no cargo ? certas verdades são eternas.

Assim, o Figueirense, que em sete anos de série A na sua passagem anterior ajudou a derrubar o mito que camisa, por si só, ganha jogo, agora se rende sempre à grandeza alheia, na maioria dos casos pálido reflexo de um tempo passado. Continue lendo “As verdades imutáveis”

Podia ser pior. Sempre pode ser pior

Me esforcei pra fazer o jogo do contente no primeiro tempo do jogo contra o Atlético Paranaense, mesmo com Jorginho escalando Coutinho ? por que ele começa como titular fora de casa e não fica nem no banco quando o jogo é no Scarpelli? ? e Jônatas no time que começou o jogo.

Coutinho pelo que não faz ? não desarma, não marca, não chuta, não passa. Ocupa espaço e só (não é implicância, é fato) ? e Jônatas pela falta de condição física. O time, no entanto, fez um bom primeiro tempo, claro que nos termos da concepção de futebol do Jorginho, ou seja, correndo o mínimo de risco possível porque o empate é sempre um resultado fantástico. Continue lendo “Podia ser pior. Sempre pode ser pior”

O substituto de Elias

O Figueirense tem mais uma baixa para a partida de domingo, contra o Atlético Paranaense, na Arena da Baixada. No treino fechado realizado ontem à tarde, o meia Elias sentiu a coxa e não viaja para Curitiba.

Sem poder contar com Ygor, suspenso, e Túlio, machucado, da formação de meio-campo mais escalada por Jorginho só sobrou Maicon, que volta ao time depois de duas partidas fora. Continue lendo “O substituto de Elias”

A primeira vez é sempre a última chance?

Leandro Chaves é um caso emblemático. Mal jogou pelo Figueirense ? entrou em quatro partidas do campeonato brasileiro ? e foi liberado para o Ceará. Não mostrou muita coisa nesta curta passagem pelo Alvinegro, mas a pergunta que cabe é: ele teve tempo e condição de mostrar algo?

Não é o primeiro caso de jogador que entra no time, vai mal e desaparece ou é liberado para outro clube. E isso aconteceu não só sob o comando de Jorginho, mas também com Márcio Goiano. Continue lendo “A primeira vez é sempre a última chance?”