Correções para ganhar o returno

Nem tudo é festa, no entanto. Desfeita a carga de ter que garantir a vaga no final, o Figueira pode render mais no returno, se não relaxar. A conquista, porém, não esconde as deficiências da equipe. A zaga continua batendo cabeça e está sendo salva pelos milagres do goleiro Wilson. Falta ainda um bom sistema de proteção aos zagueiros, coisa que Carlinhos não parece capaz de fazer. César ainda não disse a que veio e o time escalado com três zagueiros parece ficar ainda mais confuso. Na lateral-esquerda está jogando o improvisado Marquinhos, que mesmo subindo de produção, ainda está longe de ser o ala que a equipe precisa. Ainda mais para quem se acostumou a ver a posição ocupada por jogadores como Lino, Filipe, Michel Bastos e André Santos.

A chegada de Tuta, ex-Grêmio, Fluminense e uma penca de times, reforça o ataque, mas essa não era a maior carência da equipe. No momento, as carências estão localizadas na lateral-esquerda e no médio-volante. É de se pensar em mais um zagueiro, seja da base campeã da Copa São Paulo ou vindo de fora. Principalmente quando se tem a série A do Brasileiro pela frente, privilégio único entre os times de Santa Catarina.

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